E durou apenas 2 dias aquela sensação de estar completa. Dois dias... entre o ter a certeza de e, as incertezas todas do está tudo bem, há ou não há!
Uma consulta aqui, uma ida àquele hospital, um internamento, uma transferência... e assim como um coelho que sai da cartola do mágico, sai o resultado de tantas análises e o veredicto final.
Durante "três quinze dias", mantive a calma (aparente é certo). O vulcão tem soltado alguma lava, mas a erupção final ainda não se deu. Todos que me são próximos (quem interessa óbvio), uns não sabem o que me dizer (não faz mal amores... não peço que me digam nada), outros só me dizem para ter calma (é sempre precisa num processo de recuperação, tá certo)... mas o que é certo, é que eu é que sei o que tá aqui!
Porque, as veias rendilhadas são as minhas; porque os pinotes de não conseguir soltar flatulências, sou eu que os dou; porque as noites sem dormir ou a dormir muito pouco é do meu cabedal que saem; porque a dor (seja ela pouca ou muita) é sempre minha.
Já não estou zangada, porque sei que o dia de amanhã vai ser melhor que hoje e, que o dia seguinte vai ser melhor que amanhã... and so on!

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