
Após alguns (longos) dias de indecisão cai-me de pára-quedas isto:
“Quando te sentires perdida e confusa, pensa nas árvores. Lembra-te da forma como crescem. Lembra-te de que uma árvore com muita ramagem e poucas raízes é derrubada à primeira rajada de vento e, de que a linfa custa a correr numa árvore com muitas raízes e pouca ramagem. As raízes e os ramos devem crescer de igual modo. Deves estar nas coisas e estar sobre as coisas.
Só assim poderás dar sombra e abrigo. Só assim, na estação apropriada, poderás cobrir-te de flores e de frutos.
E quando à tua frente se abrirem muitas estradas e não souberes a que hás-de escolher, não te metas por uma ao acaso, senta-te e espera!
Respira com profundidade e sem deixares que nada te distraia, espera e volta a esperar. Fica quieta, em silêncio, e ouve o teu coração. Quando ele te falar, levanta-te, e vai para onde ele te levar…”.
Chegou na altura certa.
Não que me sentisse perdida. Mas em luta comigo mesma. Se por um lado havia o "força aí nas canetas", por outro era o "calma aí contigo mulher", que ecoava. Cheguei ao cruzamento e, a indecisão de ir para a esquerda ou para a direita continuava.
Não virei ao acaso. Virei na direcção, que achei que deveria ter virado e, no momento certo. Gosto cá pouco de "terreno pantanoso"... porque ADORO sentir a firmeza do chão que piso.
Gosto de estar assim... Feliz!!!
P.S. - Gosto tanto!!!
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